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Prémio Internacional

PENA DE OURO

5ª edição (2024)

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Inscrições abertas!

Estão abertas as inscrições para a 5ª EDIÇÃO do prêmio literário que mais cresce em todo o mundo lusófono!

O Pena de Ouro é um concurso literário internacional para CONTOS avulsos, POEMAS avulsos e CRÔNICAS avulsas com uma das avaliações mais consistentes de toda a lusofonia:

são jurados de NOVE PAÍSES diferentes para avaliar os textos finalistas!

Também conta com uma das maiores premiações para concursos do gênero:

são R$ 60.000,00 divididos entre os três melhores colocados das três categorias, além de um troféu de aço com detalhe banhado a ouro para os primeiro colocados!

Premiação

R$ 60.000,00

em prêmios!

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1° colocado (categoria CONTO):

R$ 10.000,00

1° colocado (categoria POEMA):

R$ 10.000,00

1° colocado (categoria CRÔNICA):

R$ 10.000,00

2° colocado (categoria CONTO):

R$ 6.000,00

2° colocado (categoria POEMA):

R$ 6.000,00

2° colocado (categoria CRÔNICA):

R$ 6.000,00

3° colocado (categoria CONTO):

R$ 4.000,00

3° colocado (categoria POEMA):

R$ 4.000,00

3° colocado (categoria CRÔNICA):

R$ 4.000,00

*Além da premiação em dinheiro, o primeiro colocado de cada categoria receberá um troféu de aço de formato único com detalhe banhado a ouro

Troféu
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O Troféu

Um troféu especial será concedido ao vencedor (1° lugar)  de cada categoria. O troféu, concebido especialmente para o Pena de Ouro pelo artista plástico Guilherme Marques, tem cerca de 25 cm de altura, é feito de aço cortado a laser e possui detalhe banhado a ouro.

Perguntas e Respostas

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1) O que é o Pena de Ouro?

Resposta: O Prémio Internacional Pena de Ouro é um concurso literário para contos, poemas e crônicas, que tem a intenção ser um instrumento de reconhecimento de autores ao mesmo tempo em que busca integrar toda a Lusofonia.

 

2) Já houve outras edições?

 

Resposta: Sim, o evento vem sendo realizado anualmente desde 2020.

3) Qual a periodicidade do Pena de Ouro?

Resposta: O Prémio Internacional Pena de Ouro é anual.

 

4) Quem pode participar?

Resposta: Qualquer pessoa que seja maior de idade em seu país de origem e escreva em Língua Portuguesa. Menores de idade deverão enviar autorização assinada por responsável legal.

5) Quais são as especificações dos textos?

 

Resposta: Na categoria CONTO, os textos podem ter entre 200 e 7500 palavras; devem ser enviados em arquivo do Word (extensão .doc ou .docx); com fonte Times New Roman, tamanho 12.

Na categoria CRÔNICA, os textos devem ter entre 100 e 2000 palavras; devem ser enviados em arquivo do Word (extensão .doc ou .docx); com fonte Times New Roman, tamanho 12.

 

Na categoria POEMA, os textos devem ter, no máximo, 5 páginas (formato A4, padrão do Word), independentemente da distribuição do poema na página; devem ser enviados em arquivo do Word (extensão .doc ou .docx); a fonte é livre (porém, em caso de seleção e edição em livro, poderá ser adaptada).

6) Devo colocar o título no arquivo do texto?

Resposta: Não há obrigatoriedade, pois o candidato já terá indicado o título ao preencher o formulário. Mas a organização prefere que se coloque.

 

7) Há necessidade de ineditismo do meu texto?

Resposta: Não. As únicas exigências são (1) que não haja contrato de exclusividade com terceiros (para o caso da edição em uma eventual seleção entre os finalistas) e (2) que o texto não tenha ficado nas três primeiras colocações de eventos anteriores da Casa Brasileira de Livros.

 

8) Quem organiza o Pena de Ouro?

 

Resposta: A editora Casa Brasileira de Livros.

 

9) Como é feita a avaliação dos textos?

Resposta: Primeiramente, o organizador do Pena de Ouro e editor da Casa Brasileira de Livros, conhecido pelo seu nome artístico Cândido Luís Vasques, fica incumbido da tarefa de realizar a triagem dos textos iniciais e avaliação dos textos finais, podendo, para tanto, se valer de uma comissão maior de avaliadores, conforme necessidade e disponibilidade. Somente podem participar da comissão de avaliadores pessoas que sejam da área de Letras ou com destacada experiência no mundo editorial. O critério da avaliação é a qualidade e mérito literário de cada texto, independentemente de estilo, tema e extensão. Os finalistas serão enviados para o júri internacional, que darão o veredicto final, soberano. Será solicitado a cada membro do júri internacional que avalie conforme o valor literário que seu juízo particular aufira e aprecie nos textos. As notas do júri serão de 0 (zero) a 10 (dez). O  resultado final será feito por média aritmética das notas dos jurados.

10) E quem são os jurados convidados?

Resposta: A fim de fazermos uma avaliação consistente, convidamos jurados de vários países, com diferentes contextos sociais e culturais; diferentes estilos e diferentes histórias de vida. Todos unidos, entretanto, pelo fato de falarem a Língua Portuguesa e por se destacarem em seus trabalhos. Eles estão listados logo abaixo, nesta página.

11) Qual é a premiação?

 

Resposta: No entendimento da organização, a principal premiação consiste no reconhecimento do selecionado. Para honrar esse reconhecimento, haverá uma premiação em dinheiro, troféu e certificados, conforme pode ser visto logo acima, nesta página.

Além disso, um livro com os textos finalistas será editado. Este ano não haverá possibilidade de livro de semifinalistas.

 

12) A Casa Brasileira de Livros tem alguma relação com a Câmara Brasileira do Livro (CBL)?

Resposta: A Casa Brasileira de Livros, como toda editora brasileira, se vale dos serviços da Câmara Brasileira do Livro (CBL), como, por exemplo, a emissão de ISBN, ou o registro autoral. Fora isso, não há qualquer relação ou vínculo institucional. Trata-se apenas de uma coincidência de iniciais.

13) Quanto é a taxa de inscrição?

Resposta: A taxa de inscrição (geral) é de R$ 140,00 (cento e quarenta reais). Porém, aqueles que fizerem a quitação da taxa de inscrição em outra moeda  que não o Real brasileiro —, poderão encontrar oscilações, conforme a oscilação do câmbio.

14) Como faço para quitar a taxa de inscrição?

Resposta: Logo após o preenchimento do formulário de inscrição, serão indicadas as possibilidades de quitação da taxa.

Serão proporcionadas várias opções para quitar a taxa de inscrição, a saber: (1) Pix; (2) cartão de crédito; (3) PayPal. Autores que não possuem acesso aos meios de pagamento brasileiros devem quitar a taxa exclusivamente via PayPal.

15) Achei a taxa de inscrição muito alta, poderia haver algum desconto?

Resposta: A organização concede desconto em alguns casos, como para cidadãos do Timor-Leste, cidadãos dos PALOP. Alguns descontos promocionais podem ser oferecidos a quem já participou de eventos da Casa Brasileira de Livros e abre regularmente os e-mails da newsletter. Também, em casos especiais, mediante justificativa do interessado, a organização poderá conceder descontos. Para tanto, é necessário enviar um e-mail para atendimento@casabrasileiradelivros.com, e então o caso será analisado.

16) Por morar fora do Brasil, estou tendo problemas com o pagamento da inscrição, o que devo fazer?

Resposta: Entre em contato conosco.

Basta enviar um e-mail para atendimento@casabrasileiradelivros.com com o título “PROBLEMA – TAXA” (assim, em caixa alta) e buscaremos uma solução.

17) Sou funcionário público, posso participar?

 

Resposta: Sim. O Pena de Ouro não está vinculado a nenhuma instituição pública.

18) Qual é o prazo para se realizar a inscrição?

Resposta: As inscrições vão até as 23h59min do dia 19/08/2024.

 

19) Pode haver prorrogação das inscrições?

Resposta: Existe a possibilidade de prorrogação do prazo de inscrições, porém é algo a ser evitado, e somente ocorrerá se for extremamente necessária no entendimento da organização. Na história do evento, a única prorrogação aconteceu na primeira edição, em 2020.

20) Posso me inscrever mais de uma vez?

Resposta: Sim, mas cada nova inscrição demanda um novo processo de inscrição, e, portanto, uma nova quitação de taxa.

21) Posso me inscrever em mais de uma categoria?

Resposta: Sim, porém cada texto demanda uma nova inscrição com uma nova taxa de inscrição.

22) O texto pode ser em coautoria (ter mais de um autor)?

Resposta: Não. A coautoria não será permitida nesta edição.

23) “Prêmio” não se escreve com acento circunflexo?

 

Resposta: Desde a nossa primeira edição, muitos brasileiros nos perguntam isso. A verdade é que as duas grafias são corretas. Apesar de nossa origem brasileira, optamos por contemplar, em algumas palavras, a grafia usada por outros dos nossos irmãos lusófonos, o que reforça o caráter internacional e integrador do nosso prémio/prêmio.

Perguntas e respostas
Jurados internacionais

Jurados internacionais

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Para dar o veredicto aos contos, poemas e crônicas finalistas, foi convidado
o seguinte time internacional de jurados:

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Ricardo Movits (Brasil)

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   Ricardo Movits é artista plástico, poeta, compositor, escritor e cineasta. Aos sete anos começou a fazer os primeiros desenhos e a estudar piano clássico. Seu primeiro prêmio de pintura veio aos nove anos de idade, ao lado de grandes nomes da pintura brasileira no “III Salão da Inconfidência”, realizado em Brasília em 1974, onde recebeu o primeiro lugar em desenho. Formado em Letras e Tradução (Literatura Inglesa e Portuguesa), Latim e Espanhol pelo CEUB, Movits é membro da Academia Maçônica de Letras ocupando a cadeira número 18 e, em seu primeiro livro intitulado “Ponte Para o Invisível”, de 1987, realizou, também, a capa e ilustrações. Movits é autor de várias peças teatrais e roteiros para cinema e televisão.

   No campo da música, Ricardo Movits foi o precursor do estilo “New Age” no Brasil, ao lado do músico americano Paul Alan Hallstein, nos anos 80. Movits & Hallstein foram os únicos músicos brasileiros, fora da comunidade britânica, convidados pela Gaia Foundation de Londres, a participar da rede internacional de concertos denominada The Gaia Spring Concerts Network, onde lançaram o disco “Nova Era”, de 1990, com o show “Concerto da Nova Era” realizado na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional. No campo do cinema e televisão, Ricardo Movits trabalhou no mercado de pós-produção em Los Angeles durante 10 anos com os principais estúdios cinematográficos, como, por exemplo, Walt Disney Studios, Paramount Pictures, Warner Bros., Universal Studios, HBO, Discovery Channel, Discovery Kids, Sony Pictures, TNT, Cartoon Network, CNN, Univision, 20th Century Fox, New Line Cinema, MGM, entre outros.

   Movits morou durante 2 anos em Barcelona, Espanha, se especializando em pintura e restauração na Escola Massana de Artes e já realizou mais de 500 exposições no Brasil, Europa e Estados Unidos. Seus quadros fazem parte de vários acervos incluindo Palácio de Buckingham (Londres, Reino Unido), NASA (São Francisco, Estados Unidos), William S. Hart Museum (Santa Clarita, Estados Unidos), Pacific Design Center (Los Angeles, Estados Unidos), AIDA (Barcelona, Espanha), Museu de Arte de Brasília (Brasília, Brasil), Museu da Casa Brasileira (São Paulo, Brasil), Legião da Boa Vontade (São Paulo, Brasil), Palácio da Cultura (Rio de Janeiro, Brasil), Congresso Nacional (Brasília, Brasil), entre outros. 

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Filipa Fonseca Silva (Portugal)

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    Filipa Fonseca Silva nasceu no Barreiro, Portugal, em 1979.

    Licenciada em Comunicação Social e Cultural pela Universidade Católica, preferiu a propaganda ao jornalismo, tendo trabalhado como redatora publicitária até 2017. Em 2011 iniciou a sua carreira literária com "Os 30 – Nada é como Sonhámos", cuja versão inglesa fez com se tornasse a única autora portuguesa a atingir o Top 100 da Amazon. Desde então, publicou mais seis romances, dois livros de humor e inúmeras crônicas, contos e ensaios. Alguns dos seus livros estão traduzidos em várias línguas e em adaptação para cinema. "O Elevador" foi finalista do Livro do Ano Bertrand 2022 e "E Se Eu Morrer Amanhã?" foi finalista do Livro do Ano Bertrand 2023. Este último será publicado no Brasil em 2025.
 
    Em Março de 2023 fundou o Clube das Mulheres Escritoras, uma plataforma de apoio mútuo entre autoras, com o objetivo de promover e celebrar a Literatura Portuguesa escrita por mulheres. Gosta de escrever sobre pessoas comuns e criar histórias que captem o quotidiano contemporâneo, explorando ao mesmo tempo dilemas intemporais.

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Yao Feng
(Macau)

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  Yao Feng (pseudônimo de Yao Jingming) é poeta, tradutor, artista, curador, e professor catedrático na Universidade de Macau. Já publicou mais de vinte livros — de poesia, crônica e ensaio — em chinês e em português, sendo um caso único entre poetas chineses a produzir poesia diretamente em português. Também é um dos principais tradutores entre esses dois idiomas, já tendo traduzido poemas de Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Camilo Pessanha, Eugénio de Andrade, Sophia de Mello Breyner Andresen para o chinês, além de ter participado de importantes traduções do chinês para o português, como no livro “Não acredito no eco dos trovões” (2022), de Bei Dao. Ganhou oito prêmios de poesia e de ensaio na China, Taiwan e Macau, e, em 2006, foi agraciado com a medalha da Ordem Oficial de Santiago de Espada, atribuído pelo Estado português. Como artista, participou em várias exposições coletivas e realizou duas exposições individuais. Como curador, participa frequentemente na organização de exposições para artistas, tendo, inclusive, participado, como um dos curadores, da Bienal de Arte de Macau (2021).

Monique Malcher
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Monique Malcher (Brasil)

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   Monique Malcher é escritora e artista plástica nascida em Santarém, interior do Pará. Mestre em Antropologia (UFPA) e Doutora Interdisciplinar em Ciências Humanas (UFSC). Hoje reside em São Paulo. Tem um livro publicado chamado “Flor de gume” com edição de Jarid Arraes. O livro foi ganhador do prêmio jabuti de literatura 2021 na categoria contos. A escritora é a segunda do norte a ganhar um Jabuti no eixo literatura em 65 anos da premiação. Em 2023 o livro foi homenageado em Boston nos eventos das bibliotecas Cambridge Public Library e Boston Public Library, além de ser tema de turmas de estudos de gênero em Harvard. Em breve Flor de gume será publicado em espanhol pela Fondo de Cultura Economica que já traduziu autores como Socorro Acioli, Machado de Assis e Clarice Lispector. Em 2025, seu novo livro “Degola” será publicado pela Companhia das Letras.

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Tony Tcheka (Guiné-Bissau)

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 Tony Tcheka (pseudônimo de António Soares Lopes Júnior) é escritor, poeta e jornalista, sendo uma das grandes referências na literatura de Guiné-Bissau. Já publicou livros como “Noites de Insónia na Terra Adormecida”, “Desesperança no Chão de Medo e Dor” e “Guiné: Sabura Que Dói”, além de ter coordenado antologias. Teve sua obra reconhecida em vários prémios e honrarias, como “Diploma de Mérito com Estatueta”, “Diploma de Mérito Grau de Engenheiro de Almas” e o “Prémio da Lusofonia”.
 
 Foi um dos fundadores da Associação de Escritores da Guiné-Bissau (AEGUI) e também contribuiu para a criação da União de Artistas e Escritores da Guiné-Bissau (UNAE). Na carreira jornalística, foi diretor da RDN – Rádio Nacional da Guiné-Bissau e do Jornal “Nô Pintcha”, onde criou o suplemento cultural e literário “Bantabá”. Também trabalhou para a BBC, Voz da América, Voz da Alemanha, Tanjug, como correspondente e analista, e, em Portugal, para o Público, a antiga ANOP, RTP – África e TSF.

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Inocência Mata
(São Tomé e Príncipe)

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   Inocência Mata é uma ensaísta, professora e investigadora são-tomense. Doutorada em Letras pela Universidade de Lisboa e pós-doutorada em Estudos Pós-coloniais (Postcolonial Studies, Identity, Ethnicity, and Globalization) pela Universidade da Califórnia, Mata integra associações de renome na sua área de estudo, entre elas a Associação Internacional de Literatura Comparada, a Association por L’Étude des Literatures Africaines (França), a Associação Internacional de Estudos Africanos (AFROLIC, Brasil), a Associação Internacional de Ciências Sociais e Humanas em Língua Portuguesa (AILP-CSH), a Academia das Ciências de Lisboa, e a Academia Angolana de Letras e a Academia Galega da Língua Portuguesa. Em 2015, recebeu o Prémio FEMINA pela sua contribuição na investigação e ensino de Literaturas Lusófonas. Em 2016, fez parte do júri do Prêmio Camões, o maior prêmio literário da língua portuguesa. Publicou diversos livros, dentre os quais “A Casa dos Estudantes do Império e o lugar da literatura na consciencialização política” (2015), “A Rainha Nzinga Mbandi: História, Memória e Mito” (2012), “Francisco José Tenreiro: as Múltiplas Faces de um Intelectual” (2011) e “Ficção e História na Literatura Angolana” (2011).

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Álvaro Taruma  (Moçambique)

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  Álvaro Fausto Taruma é poeta, contista e cronista, possuindo um estilo que consegue mesclar e confundir esses gêneros. Membro do Movimento Literário Kuphaluxa, é uma das novas vozes da poesia moçambicana, tendo publicado vários textos em jornais, revistas e outros espaços ligados à Literatura. É formado em Sociologia e Antropologia pela Universidade Pedagógica, de Maputo. Publicou os livros “Para um Cartografia da Noite” (2016) e “Matéria para um grito” (2018), tendo vencido, com este último, a 9ª edição do Prémio BCI de Literatura, o mais disputado prémio de literatura moçambicana, em ex-aequo com o renomado poeta Armando Artur.

 

 Também foi um dos finalistas, com menção honrosa, no Prémio 10 de Novembro, com o livro, ainda inédito, “A Migração das Árvores”.

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Vera Duarte
(Cabo Verde)

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   Vera Duarte Lobo de Pina, desembargadora, poeta e ficcionista, formada em Direito pela Universidade Clássica de Lisboa, Membro das Academias Caboverdiana de Letras, de Ciências de Lisboa, Gloriense de Letras, é investigadora correspondente do Centro de Humanidades/CHAM da Universidade Nova de Lisboa.

  Foi Ministra de Educação e Ensino Superior, Presidente da Comissão Nacional Direitos Humanos e Cidadania, Conselheira do Presidente da República e Juíza Conselheira do Supremo Tribunal de Justiça. Integrou organizações como Centro Norte-Sul Conselho d'Europa, Comissão Internacional de Juristas, Comissão Africana de Direitos do Homem e Povos, Associação de Mulheres Juristas e Federação Internacional de Mulheres de Carreira Jurídica.

   Foi condecorada pelo Presidente República com a Medalha Ordem do Vulcão (2010); pelo Governo de Cabo Verde com a Medalha de Mérito Cultural (2005); recebeu os prémios Norte-Sul Direitos Humanos do Conselho d'Europa (1995); Tchicaya U Tam'si de poésie africaine (2001); Sonangol de Literatura (2004); e Prémio Femina para mulheres notáveis (2020).

   Publicou Amanhã Amadrugada (Poesia, 1993); O Arquipélago da Paixão (Poesia, 2001); A Candidata (Ficção, 2004); Preces e Súplicas ou os Cânticos da Desesperança (Poesia, 2005); Construindo a Utopia (Ensaios, 2007); Ejercicios poéticos (Poemas em Espanhol e Francês, 2010); A Palavra e os Dias (Crónicas, 2013); A Matriarca – uma estória de mestiçagens (Romance, 2017); De Risos & Lágrimas (Poesia, 2018); Reinvenção do mar (Antologia poética 2018); Cabo Verde: um roteiro sentimental viajando pelas ilhas da sodad do sol e da morabeza (Prosa, 2019); Naranjas en el Mar (Antologia poética bilíngue, 2020); e Contos Crepusculares - Metamorfoses (contos, 2020).

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Orlando Piedade
(São Tomé e Príncipe)

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  Orlando Piedade vem se destacando na literatura santomense com os livros “O Amor Proibido” (2011), “Os Meninos Judeus Desterrados” (2014) e “Escravos e Homens Livres” (2018). Recebeu, em 2015, o prémio literário Francisco José Tenreiro, o maior galardão literário de seu país, por “Os Meninos Judeus Desterrados”, livro que tem, como pano de fundo, a história de duas mil crianças, com idades entre os seis e oito anos, na maioria filhos de judeus castelhanos que fugiram à inquisição no reino de Castela durante o reinado dos reis católicos.
 
 Além de sua atividade no mundo das letras, Orlando Piedade é Mestre em Engenharia Informática pelo Instituto Universitário de Lisboa e Licenciado em Informática de Gestão pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.

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Hirondina Joshua  (Moçambique)

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   Hirondina Joshua é uma poeta, prosadora e jurista moçambicana. Um dos destaques da nova geração de autores de seu país, foi prefaciada por Mia Couto em seu livro de estreia, sendo considerada uma revelação no panorama literário moçambicano. Membro da Associação moçambicana de escritores, Hirondina já teve o seu livro “Córtex” (2021) traduzido para Espanhol e publicado internacionalmente. Participou no Festival Internacional do Livro de Edimburgo, a maior celebração pública da palavra escrita no mundo. No Brasil, a sua obra “Os Ângulos da Casa” foi adaptada para uma peça de dança moderna.

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Lukeno Alkatiri 
(Timor-Leste)

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    Lukeno Alkatiri é uma prova viva de como os países lusófonos podem estar ligados na vida de uma pessoa, ainda que estejam separados por oceanos de distância e situados em continentes distintos. Timorense, porém nascido em Moçambique (onde viveu por 14 anos), Lukeno estudou na Universidade de Coimbra, em Portugal, e, a partir de 2022, se tornou jurado em um prêmio literário com sede no Brasil, representando o seu país. Além do português, Lukeno também domina o inglês e o tétum (uma das duas línguas oficiais de Timor-Leste). Seus autores favoritos são vários e de estilos e temas diferentes. Entre eles, dos que escrevem em Língua Portuguesa, estão o moçambicano Mia Couto, o angolano Pepetela e o português Saramago, único Nobel lusófono. Dos que escrevem em outras línguas, estão Franz Kafka e John Grisham.

    Lukeno acredita que o papel da Língua Portuguesa em Timor-Leste é de extrema importância: “optou-se pela Língua Portuguesa como uma das línguas oficiais não apenas por motivos históricos, mas principalmente para se afirmar a identidade (social, geográfica e política), sendo Timor-Leste o único país na região Sudeste Asiático/Pacífico com esta característica. Ademais, integrando a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, cujos membros se encontram localizados em diferentes regiões, Timor-Leste se encontra ligado a todo o Mundo e vice-versa”. “Bachelor of Arts”, com “major” em Sociologia na Universidade Nacional de Singapura e licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, Lukeno também acredita que “o impacto de uma obra literária se encontra diretamente ligado ao contexto jurídico e sociológico em que a mesma, e/ou o leitor, se insere. A compreensão e interpretação do leitor estarão sempre influenciadas pelo que o mesmo conhece, sejam elas regras sociais e/ou jurídicas. Sendo esse um dos motivos, salvo melhor opinião, por que o impacto de uma obra literária pode refletir-se de várias formas em pessoas diferentes”.

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Conceição Lima
(São Tomé e Príncipe)

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    Conceição Lima nasceu em Santana, na ilha de São Tomé, São Tomé e Príncipe, a 8 de Dezembro de 1961. Jornalista, poetisa e cronista. Jornalista, repórter e documentarista da TVS, Televisão São-tomense, foi, durante longos anos, jornalista e produtora dos Serviços em Língua Portuguesa da BBC, em Londres. É licenciada em Estudos Africanos, Portugueses e Brasileiros pelo King's College of London (Divisão de Honra) e possui o grau de Mestre em Estudos Africanos, com especialização em Governos e Políticas na África sub-sahariana, pela School of Oriental and African Studies, SOAS, Londres. Pela Editorial Caminho, de Lisboa, publicou “O Útero da Casa” (2004), “A Dolorosa Raiz do Micondó” (1ª edição 2006, 2ª edição 2008), “O País de Akendenguê” (2011) e “O Mundo visto do Meio-Crónicas seguidas de um Auto do Século XX” (2023). Em 2015, em edição de autora, publicou “Quando Florirem Salambás no Tecto do Pico”. Tem livros e poemas traduzidos para o alemão, árabe, checo, espanhol, francês, galego, inglês, italiano, servo-croata, neerlandês e turco. Ainda em 2015, o livro “A Dolorosa Raiz do Micondó”, publicado pela Geração Editorial, São Paulo, venceu o PNBE, Programa Nacional de Bibliotecas Escolares do Brasil, entre mais de 400 concorrentes, tendo tido uma tiragem de 35.500 exemplares pelo Ministério Brasileiro da Educação. O livro “O País de Akendengué” foi publicado pela editora Corsário-Satã em 2023 e, no mesmo ano, “Quando Florirem Salambás no Tecto do Pico” foi publicado pela editora Mazza. Em 2022 foi galardoada com o Prémio Guerra Junqueiro da Lusofonia.

    “A Dolorosa Raiz do Micondó” está traduzido para o espanhol pelas editoras Baile del Sol, de Tenerife, e El Perro y la Rana, de Caracas. Em 2014, foi traduzido para o italiano pela editora Kolibris. Os seus quatro livros de poesia foram traduzidos para o alemão pela Editora Delta, de Estugarda.

    É membro-fundadora da União Nacional dos Escritores e Artistas São-tomenses (UNEAS) e Coordenadora, para São Tomé e Príncipe, do Movimento Poético Mundial. Em Setembro de 2021, o seu poema Afroinsularidade/Afroinsularity, traduzido por David Shook, venceu, ex aequo, o concurso Poems in Translation, coorganizado pela revista Words Without Borders e pela Academia Americana de Poetas, entre 606 poemas em 61 línguas, 327 poetas de 79 países. Em 2022, venceu o Prémio Isaura Carvalho de Literatura Dramática com a peça “Um Confronto Imaginado e uma Profecia”.

    A editora Deep Vellum acaba de publicar, nos Estados Unidos, uma antologia da sua poesia, intitulada “No Gods Live Here’’ – “Aqui não moram deuses’’.

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Sebastião Burnay (Portugal)

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   Sebastião Burnay é um poeta, músico e advogado português, nascido em 1991 em Lisboa, criado e amadurecido nessa cidade. Foi desde pequeno, no colégio espanhol, que sentiu que havia uma vozinha dentro de si que nunca se calava: veio a descobrir que era poesia que queria ser escrita a todo o momento.

     Em 2020, venceu a primeira edição do Prémio Internacional Pena de Ouro, na categoria POEMA. Desde então, tornou-se um dos jurados internacionais dos textos finalistas do evento e teve dois livros de poemas e fotografias publicados pela Casa Brasileira de Livros — “Encontros com o mar e o Universo”, em 2021, e “Neon Timor” (em parceria com o fotógrafo Eko, de Timor-Leste), em 2023, ambos expostos em espaço público em Lisboa.

     Apaixonado pela lusofonia, por África, pelo Brasil, a sua maior influência literária é sem dúvida o mar: é da prática de surf, da vela, e dos passeios pelas egrégias praias portuguesas que obteve e obtém toda a sua inspiração, a ligação à Eternidade e o sentido profético que deve presidir a toda poesia verdadeira. As suas maiores inspirações humanas são, principalmente, a eternidade de Federico Garcia Lorca (o maior poeta de todos os tempos), a feminilidade de Sophia de Mello Breyner Andersen, a liberdade de Walt Whitman, a sinceridade de Vinicius de Moraes.

     Para além da vertente lírica e prosaica stricto sensu, é também cantautor, com mais de 40 canções escritas e um disco gravado. O objectivo da sua vida é fazer tudo quanto está ao seu alcance para não ser absorvido pela turbamulta do consumismo, da indiferença, do solipsismo, do egocentrismo, do sucesso como missão meramente individual, e outrossim ajudar os artistas amadores a viverem dignamente. Vive em Timor-Leste desde Janeiro de 2021, como advogado.

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Rosa Soares (Angola)

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  Rosa Soares, escritora angolana, formada em Cinema e Audiovisual, é autora de 4 obras literárias, sendo o romance ‘‘Flores não são para os mortos’’ o seu último lançamento. Por ter começado a sua carreira literária aos 17 anos de idade, em 2014 Rosa foi agraciada com o prémio ‘‘Criança Visionária’’ na primeira gala de valorização de capital africano. Rosa participou de diversas antologias, incluindo a VI edição da antologia ‘‘Entre o Sono e o Sonho’’, lançada anualmente pela Chiado Editora.

  No ano de 2015 foi selecionada para concluir uma formação de 2 anos na African Leadership Academy, uma instituição em Johannesburg que reúne as mentes jovens mais promissoras do continente no intuito de formar a próxima geração de líderes africanos. Além do curriculum de Liderança, Estudos Africanos e Escrita, Rosa focou a sua formação em Literatura Africana e Literatura Inglesa pelo Cambridge International A Levels.
 
  Em Maio de 2020, Rosa Soares fundou a Academia de Escrita, uma academia online que visa capacitar e direcionar novos escritores lusófonos. Actualmente, Rosa Soares ministra um curso online de escrita criativa que já impactou mais de 100 alunos de Angola, Brasil, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau.

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Lucas M. Carvalho (Brasil)

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   Lucas M. Carvalho é Policial Rodoviário Federal. Mestre em Teoria da Literatura/Literatura Comparada pela UERJ e pós-graduado em Latim e Filologia Românica, além de pianista formado pela Escola de Música Villa-Lobos. Escritor premiado, publicou 4 romances e inúmeros contos em antologias. Vencedor do Prêmio Barco a Vapor, vencedor do Prêmio Internacional Pena de Ouro e finalista no prêmio da Feira Literária de Paraty – Off Flip.

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Ottoniela Bezerra (Angola)

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    Ottoniela Ângela da Conceição Bezerra, nascida em Luanda aos 24 de dezembro de 1990, é licenciada em Direito pela Universidade Metodista de Angola. Apaixonada por livros desde criança, escreveu o seu primeiro conto “Retratos de Uma Mulher (In)comum” aos 16 anos, tendo vindo a publicá-lo seis anos mais tarde, em 2013. Em 2015, publicou o livro “O Amor Conquista Tudo – Amor Vincit Omnia”. Em 2017, fundou o projeto “Oficina Literária – Angola” e, por via deste, teve a sua estreia como autora infantil, com a publicação do livro “Luara – A Princesa de Luanda”. Em 2020, criou o “Intercâmbio Literário”, um projeto que visa promover encontros entre países da CPLP, divulgando desta forma a literatura angolana. Apaixonada por filantropia e dedicada a vários projetos de ação social, como a criação e apetrechamento de bibliotecas comunitárias, acredita que a educação é a principal arma para o desenvolvimento de um país.

Regulamento (2024)

Regulamento

Para acessar o regulamento do Prémio Internacional Pena de Ouro (formato PDF), basta clicar no ícone abaixo:

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*Modelo de autorização para menores de idade:

Término das inscrições: 19/08/2024

Divulgação da lista parcial de textos inscritos: 22/08/2024*

Divulgação da lista final de textos inscritos: 30/08/2024*

Divulgação do resultado: Dezembro de 2024

Taxa de inscrição: R$ 140

*As datas de divulgação das listas parcial e final serão confirmadas após o término das inscrições

Inscrição

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