Pena De Ouro - Escritor.png

Prémio Internacional

PENA DE OURO

2ª edição (2021)

 

Jurados (2021)

Para dar o veredicto aos contos e poemas finalistas, convidamos
o seguinte time internacional de jurados:

Leticia - 1 png.png
Brasil 140.png

Leticia Wierzchowski (Brasil)

Pena De Ouro - Escritor.png

  Leticia Wierzchowski nasceu e vive em Porto Alegre. Escritora, tem 31 livros de ficção publicados no Brasil, entre eles, Um farol no pampa, Uma ponte para Terebin, Sal e A casa das sete mulheres, que gerou a minissérie homônima da TV Globo em 2003. Tem livros em países como França, Espanha, Itália, Grécia e Alemanha, entre outros. Também é autora de livros infantis e roteirista, adaptou o livro primeiro volume de O tempo e o vento, de Erico Veríssimo, para o cinema e a televisão. Além de escrever, ministra oficinas de construção de romance.

Tony Tcheka 3 png.png
Guiné 140.png

Tony Tcheka (Guiné-Bissau)

Pena De Ouro - Escritor.png

 Tony Tcheka (pseudônimo de António Soares Lopes Júnior) é escritor, poeta e jornalista, sendo uma das grandes referências na literatura de Guiné-Bissau. Já publicou livros como “Noites de Insónia na Terra Adormecida”, “Desesperança no Chão de Medo e Dor”, e “Guiné: Sabura Que Dói”, além de ter coordenado antologias. Teve sua obra reconhecida em vários prémios e honrarias, como “Diploma de Mérito com Estatueta”, “Diploma de Mérito Grau de Engenheiro de Almas” e o “Prémio da Lusofonia”.
 
 Foi um dos fundadores da Associação de Escritores da Guiné-Bissau (AEGUI) e também contribuiu para a criação da União de Artistas e Escritores da Guiné-Bissau (UNAE). Na carreira jornalística, foi diretor da RDN-Rádio Nacional da Guiné-Bissau e do Jornal “Nô Pintcha”, onde criou o suplemento cultural e literário “Bantabá”. Também trabalhou para a BBC, Voz da América, Voz da Alemanha, Tanjug, como correspondente e analista, e, em Portugal, para o Público, a antiga ANOP, RTP-África e TSF.

Cabo Verde 140.png

Vera Duarte Pina
(Cabo Verde)

Pena De Ouro - Escritor.png

  Vera Duarte Lobo de Pina, desembargadora, poeta e ficcionista, formada em Direito pela Universidade Clássica de Lisboa, Membro das Academias Caboverdiana de Letras, de Ciências de Lisboa, Gloriense de Letras, é investigadora correspondente do Centro de Humanidades/CHAM da Universidade Nova de Lisboa.

  Foi Ministra de Educação Ensino Superior, Presidente Comissão Nacional Direitos Humanos e Cidadania, Conselheira do Presidente da República e Juíza Conselheira do Supremo Tribunal de Justiça. Integrou organizações como Centro Norte-Sul Conselho d'Europa, Comissão Internacional Juristas, Comissão Africana Direitos do Homem e Povos, Associação Mulheres Juristas e Federação Internacional de Mulheres de Carreira Jurídica.

  Foi condecorada pelo Presidente República com a Medalha Ordem do Vulcão (2010); pelo Governo Cabo Verde com a Medalha de Mérito Cultural (2005); recebeu os prémios Norte-sul Direitos Humanos do Conselho d'Europa (1995); Tchicaya U Tam'si de poésie africaine (2001), Sonangol de Literatura (2004) e Prémio Femina para mulheres notáveis (2020).

  Publicou Amanha Amadrugada (1993), O Arquipélago da Paixão (poesia, 2001); A Candidata (Ficção, 2004); Preces e Súplicas ou os Cânticos da Desesperança (poesia, 2005); Construindo a Utopia (Ensaios, 2007); Ejercicios poéticos (poemas em Espanhol e Francês, 2010); A Palavra e os Dias (Crónicas, 2013); A Matriarca – uma estória de mestiçagens (romance, 2017); De Risos & Lágrimas (Poesia, 2018); Reinvenção do mar (Antologia poética 2018), Cabo Verde um roteiro sentimental viajando pelas ilhas da sodad do sol e da morabeza (prosa, 2019); Naranjas en el Mar (Antologia poética bilíngue, 2020) e Contos Crepusculares-Metamorfoses (contos, 2020).

Orlando Piedade - 1 png.png
Sao_Tome_Principe 140.png

Orlando Piedade
(São Tomé e Príncipe)

Pena De Ouro - Escritor.png

  Orlando Piedade vem se destacando na literatura santomense com os livros “O Amor Proibido” (2011), “Os Meninos Judeus Desterrados” (2014) e “Escravos e Homens Livres” (2018). Recebeu, em 2015, o prémio literário Francisco José Tenreiro, o maior galardão literário de seu país, por “Os Meninos Judeus Desterrados”, livro que tem, como pano de fundo, a história de duas mil crianças, com idades entre os seis e oito anos, na maioria filhos de judeus castelhanos que fugiram à inquisição no reino de Castela durante o reinado dos reis católicos.
 
 Além de sua atividade no mundo das letras, Orlando Piedade é Mestre em Engenharia Informática pelo Instituto Universitário de Lisboa e Licenciado em Informática de Gestão pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.

Angola 140.png

Rosa Soares (Angola)

Pena De Ouro - Escritor.png

  Rosa Soares, escritora angolana, formada em Cinema e Audiovisual, é autora de 4 obras literárias sendo o romance ‘‘Flores não são para os mortos’’ o seu último lançamento. Por ter começado a sua carreira literária aos 17 anos de idade, em 2014 Rosa foi agraciada com o prémio ‘‘Criança Visionária’’ na primeira gala de valorização de capital africano. Rosa participou de diversas antologias, incluindo a VI edição da antologia ‘‘Entre o Sono e o Sonho’’ lançada anualmente pela Chiado Editora.

  No ano de 2015 foi selecionada para concluir uma formação de 2 anos na African Leadership Academy, uma instituição em Johannesburg que reúne as mentes jovens mais promissoras do continente no intuito de formar a próxima geração de líderes africanos. Além do curriculum de Liderança, Estudos Africanos e Escrita, Rosa focou a sua formação em Literatura Africana e Literatura Inglesa pelo Cambridge Intenational A Levels.
 
  Em Maio de 2020, Rosa Soares fundou a Academia de Escrita, uma academia online que visa capacitar e direcionar novos escritores lusófonos. Actualmente, Rosa Soares ministra um curso online de escrita criativa que já impactou mais de 100 alunos de Angola, Brasil, Moçambique São Tomé e Guiné-Bissau.

Alvaro - 3 png.png
Mocambique 140.png

Alvaro Taruma  (Moçambique)

Pena De Ouro - Escritor.png

  Alvaro Fausto Taruma é poeta, contista e cronista, possuindo um estilo que consegue mesclar e confundir esses gêneros. Membro do Movimento Literário Kuphaluxa, é uma das novas vozes da poesia moçambicana, tendo publicado vários textos em jornais, revistas e outros espaços ligados à Literatura. É formado em Sociologia e Antropologia pela Universidade Pedagógica, de Maputo. Publicou os livros “Para um Cartografia da Noite” (2016) e “Matéria para um grito” (2018), tendo vencido, com este último, 9ª edição do Prémio BCI de Literatura, o mais disputado prémio de literatura moçambicana, em ex-aequo com o renomado poeta Armando Artur.

 

 Também foi um dos finalistas, com menção honrosa, no Prémio 10 de Novembro, com o livro, ainda inédito “A Migração das Árvores”.

Brasil 140.png

Juliana Rabelo (Brasil)

Pena De Ouro - Escritor.png

  Especialista em políticas públicas, artista plástica e escritora, Juliana Rabelo nasceu Flor em uma minúscula comunidade hippie no interior do Rio de Janeiro, em 4 de junho de 1977. Contando um pouco depois de um ano de idade, foi com seus pais e seu irmão morar em Moçambique, onde ficaram por três anos. A África a marcou e a influenciou de várias formas, especialmente na sua relação de amor pelas cores e pelas políticas sociais. Assim como a sua origem nordestina, baseada no sertão paraibano e na alegria da capital pernambucana.

  Juliana trabalhou por 10 anos no Ministério da Educação, em políticas públicas estruturantes para a promoção do acesso e da qualidade da educação básica. Como Diretora da Secretaria de Educação Básica do MEC, coordenou programas reconhecidos, entre eles o Programa Nacional do Livro Didático, a Olimpíada Nacional de Língua Portuguesa e o Prêmio Professores do Brasil. Atuou na Secretaria de Educação Básica de 2013 a 2016, exercendo vários cargos.

  “DESCARREGO” é o seu segundo romance, a ser publicado em outubro de 2021, em homenagem ao seu trabalho no MEC e ao poder transformador da Educação.

  No momento, Juliana se dedica a três projetos. Escreve o seu quinto livro, e prepara o lançamento de mais dois romances ainda para 2021, “TEMPERE A GOSTO”, romance epistolar que trata de amor, amizade e gastronomia, e "FARDOS HERDADOS", obra sobre a busca de perdão, compaixão e redenção.

Portugal 140.png

Sebastião Burnay (Portugal)

Pena De Ouro - Escritor.png

   Sebastião Burnay é um poeta, músico e advogado português, nascido em 1991 em Lisboa, criado e amadurecido nessa cidade. Foi desde pequeno, no colégio espanhol, que sentiu que havia uma vozinha dentro de si que nunca se calava: veio a descobrir que era poesia que queria ser escrita a todo o momento. Todas as suas obras são, por ora, inéditas: um livro de poemas da infância e adolescência; um livro de poemas intitulado “Encontros com o mar e o Universo”; e um outro, muito recente, intitulado “Cancioneiro Atlântico”. Apaixonado pela lusofonia, por África, pelo Brasil, a sua maior influência literária é sem dúvida o mar: é da prática de surf, da vela, e dos passeios pelas egrégias praias portuguesas que obteve e obtém toda a sua inspiração, a ligação à Eternidade e o sentido profético que deve presidir a toda poesia verdadeira. As suas maiores inspirações humanas são, principalmente, a eternidade de Federico Garcia Lorca (o maior poeta de todos os tempos), a feminilidade de Sophia de Mello Breyner Andersen, a liberdade de Walt Whitman, a sinceridade de Vinicius de Moraes. Aguarda uma exposição dos seus poemas que irá acontecer em espaço público em Lisboa, em 2021, assim como uma oportunidade para editar e publicar a sua obra poética. Prepara ainda um romance. Para além da vertente lírica e prosaica stricto sensu, é também cantautor, com mais de 40 canções escritas e um disco gravado e de publicação muito em breve. O objectivo da sua vida é fazer tudo quanto está ao seu alcance para não ser absorvido pela turbamulta do consumismo, da indiferença, do solipsismo, do egocentrismo, do sucesso como missão meramente individual, e outrossim ajudar os artistas amadores a viverem dignamente. Vive em Timor Lorosae desde Janeiro de 2021, como advogado.