Prémio Internacional

PENA DE OURO

1ª edição (2020)

 

Jurados

Os finalistas foram avaliados pelo seguinte time internacional de jurados:

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José Luís Mendonça (Angola)

 Poeta de profissão, José Luís Mendonça nasceu em 1955, no Golungo Alto, Angola, e assume-se como membro efetivo do Movimento dos Novos Intelectuais de Angola, fundado em Luanda, em 1948, e cujo rico e inextinguível legado encontra hoje, na Angola independente, a oportunidade e o ambiente para o seu resgate pleno.

 Mendonça publicou várias obras de poesia e prosa, sendo as mais recentes “Se os Ministros Morassem no Musseque” (romance, 2019) e “Angola, me Diz Ainda” (poesia, 2018). Em 2005, foi atribuído o Prémio “Angola Trinta Anos” à sua obra poética “Um Voo de Borboleta no Mecanismo Inerte do Tempo”. No ano de 2015, foi-lhe outorgado o Prémio Nacional de Cultura e Artes na categoria de Literatura.

 Com a obra “Lenda da Mãe África e do Filho que Vendeu o Coração”, venceu a edição 2019 do prémio literário Jardim do Livro Infantil.

 Atualmente é Consultor na Edições Novembro, E.P., docente universitário de Língua Portuguesa e desenvolve projetos de fomento da leitura e da aprendizagem da língua veicular nas escolas e junto de organizações juvenis.

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Juliana Amato (Brasil)

  Juliana Amato, nascida em São Paulo, lê e escreve desde que pode se lembrar. Formou-se em Letras na USP e em 2004 começou a trabalhar com revisão e preparação de originais para diversas editoras. Atualmente, trabalha também como tradutora literária. Foi vencedora do concurso "Só escritoras", organizado pela Edith em 2011, e no mesmo ano publicou a novela “Brevida”.

 

 Depois veio “Correspondência” (Publicações Iara), livro de poemas escritos a partir de cartas recolhidas entre leitores e colegas, contemplado pelo Proac em 2014. Em 2018 colocou no ar o blog Microclima, onde publica textos autorais de análise literária, crônicas e traduções.

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Alvaro Taruma (Moçambique)

  Alvaro Fausto Taruma é poeta, contista e cronista, possuindo um estilo que consegue mesclar e confundir esses gêneros. Membro do Movimento Literário Kuphaluxa, é uma das novas vozes da poesia moçambicana, tendo publicado vários textos em jornais, revistas e outros espaços ligados à Literatura. É formado em Sociologia e Antropologia pela Universidade Pedagógica, de Maputo. Publicou os livros “Para um Cartografia da Noite” (2016) e “Matéria para um grito” (2018), tendo vencido, com este último, 9ª edição do Prémio BCI de Literatura, o mais disputado prémio de literatura moçambicana, em ex-aequo com o renomado poeta Armando Artur.

 

 Também foi um dos finalistas, com menção honrosa, no Prémio 10 de Novembro, com o livro, ainda inédito “A Migração das Árvores”.

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Pedro Chagas Freitas (Portugal)

  Pedro Chagas Freitas é escritor publicado em mais de uma dezena de idiomas e em mais de três dezenas países. Vendeu mais de um milhão de cópias ao redor do mundo, alcançando quase dois milhões de fãs em suas redes sociais.

 

 Como professor de escrita, inventou jogos e metodologias de escrita criativa. E, como palestrante, visita regularmente empresas e instituições de ensino com a sua palestra “SIM, EU EMPURRO PORTAS QUE DIZEM PUXE”, em que conta o seu percurso de falhas e de insucessos, até conseguir o sucesso atual, numa história que mistura o humor e a motivação para alcançar resultados melhores.

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Margarida Fontes (Cabo Verde)

  Margarida Fontes é jornalista e escritora. Além de poemas publicados em várias antologias com poetas cabo-verdianos e estrangeiros, assina dois livros de poemas: “De Lírios” (de 2014, que teve, como apresentador, Corsino Fortes, grande referência da poesia caboverdiana) e “Confidências do Tempo” (de 2019).
 
 É licenciada em Comunicação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), do Brasil; e mestre em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social (ESCS) do Instituto Politécnico de Lisboa (IPL), de Portugal. Atua também, há anos, na televisão caboverdiana, onde edita e apresenta programas, além de, neste meio, ser autora da série documental cultural “Monumentos e Sítios” e de ter produzido “Claridade Incandescente”, que versa sobre a modernidade literária de Cabo Verde.
 
 No ano de 2011, foi condecorada com Medalha de Mérito pelo Presidente da República, no quadro das comemorações da Independência de Cabo Verde. Em 2017, além de vencer o prémio internacional de melhor aluna de mestrado em jornalismo (no IPL, de Portugal), recebeu o prémio de figura do ano (categoria Televisão) na gala “Somos Cabo Verde”.

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Tony Tcheka (Guiné-Bissau)

 Tony Tcheka (pseudônimo de António Soares Lopes Júnior) é escritor, poeta e jornalista, sendo uma das grandes referências na literatura de Guiné-Bissau. Já publicou livros como “Noites de Insónia na Terra Adormecida”, “Desesperança no Chão de Medo e Dor”, e “Guiné: Sabura Que Dói”, além de ter coordenado antologias. Teve sua obra reconhecida em vários prémios e honrarias, como “Diploma de Mérito com Estatueta”, “Diploma de Mérito Grau de Engenheiro de Almas” e o “Prémio da Lusofonia”.
 
 Foi um dos fundadores da Associação de Escritores da Guiné-Bissau (AEGUI) e também contribuiu para a criação da União de Artistas e Escritores da Guiné-Bissau (UNAE). Na carreira jornalística, foi diretor da RDN-Rádio Nacional da Guiné-Bissau e do Jornal “Nô Pintcha”, onde criou o suplemento cultural e literário “Bantabá”. Também trabalhou para a BBC, Voz da América, Voz da Alemanha, Tanjug, como correspondente e analista, e, em Portugal, para o Público, a antiga ANOP, RTP-África e TSF.

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Abdulai Sila (Guiné-Bissau)

 Abdulai Sila é considerado o autor do primeiro romance de Guiné-Bissau — “Eterna Paixão”, publicado em 1994. Também publicou os romances “A Última Tragédia” (1995, traduzida para o inglês, o francês e o italiano), “Mistida” (1997) e “Memórias SOManticas” (2016). No gênero drama, publicou os títulos “As Orações de Mansata” (2007, inspirado em Macbeth), “Dois Tiros e Uma Gargalhada” (2013) e “Kangalutas” (2018). A sua atividade, entretanto, não se restringe ao mundo das letras: além de escritor, também é engenheiro electrotécnico (pela Technische Universitaet Dresden), investigador social e editor.
 
 Tampouco seu pioneirismo se resume na arte literária de escrever romances, mas, também, em empreendimentos literários: pois foi um dos fundadores da primeira editora privada guineense, a Ku Si Mon Editora. Além da editora, é um dos fundadores da Associação de Escritores da Guiné-Bissau (AEGUI), da qual foi presidente de 2013 a 2017. Recentemente, foi eleito Presidente da Direcção do PEN Guiné-Bissau.

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Leticia Wierzchowski (Brasil)

  Leticia Wierzchowski nasceu e vive em Porto Alegre. Escritora, tem 31 livros de ficção publicados no Brasil, entre eles, Um farol no pampa, Uma ponte para Terebin, Sal e A casa das sete mulheres, que gerou a minissérie homônima da TV Globo em 2003. Tem livros em países como França, Espanha, Itália, Grécia e Alemanha, entre outros. Também é autora de livros infantis e roteirista, adaptou o livro primeiro volume de O tempo e o vento, de Erico Veríssimo, para o cinema e a televisão. Além de escrever, ministra oficinas de construção de romance.

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Orlando Piedade (São Tomé e Príncipe)

  Orlando Piedade vem se destacando na literatura santomense com os livros “O Amor Proibido” (2011), “Os Meninos Judeus Desterrados” (2014) e “Escravos e Homens Livres” (2018). Recebeu, em 2015, o prémio literário Francisco José Tenreiro, o maior galardão literário de seu país, por “Os Meninos Judeus Desterrados”, livro que tem, como pano de fundo, a história de duas mil crianças, com idades entre os seis e oito anos, na maioria filhos de judeus castelhanos que fugiram à inquisição no reino de Castela durante o reinado dos reis católicos.
 
 Além de sua atividade no mundo das letras, Orlando Piedade é Mestre em Engenharia Informática pelo Instituto Universitário de Lisboa e Licenciado em Informática de Gestão pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.