SOBRE O AUTOR: O autor não compartilhou sua mini bio. O TEXTO: Plúmbeo Na urdidura do fado indecifrável, Tocou meu breu a tua luz etérea. Era o encontro, por lei inexorável, Dando um sentido à forma e à matéria. Mas o meu ser é de um peso telúrico, Sombra de templos que o tempo consome. Ante o pavor deste rito teúrgico, Buscas a paz sob um brando renome. Viste o gravame do arcano profundo, E a mansuetude atraiu-te o desejo. Eu, que decifro o invisível do mundo, Não prendo o p